Contabilidade Especializada em Transportadoras

A gente cuida da apuração do ICMS, das obrigações do CT-e e dos créditos que a sua operação gera, e te mostra onde a transportadora está pagando imposto a mais. Você fica com a frota, o resto é com a gente.

Os Desafios


Em transportadora, imposto se perde em três lugares

E raramente é no lugar onde o empresário está olhando. A contabilidade de quem transporta carga decide resultado em três frentes, e cada uma delas tem uma conta própria.

Na estrada

O que a frota consome e ninguém transforma em crédito

Diesel, pneu, peça e manutenção são o maior custo da sua operação. No Lucro Real, boa parte desses gastos gera crédito de PIS/Cofins. O que separa quem aproveita de quem perde não é a lei, é a organização: nota classificada corretamente e vinculada ao veículo certo.

No papel

A rotina fiscal que contabilidade de comércio não dá conta

CT-e e MDF-e têm regras próprias, e o ICMS do transporte muda conforme o estado de origem e o de destino. Some a isso a escolha entre o crédito presumido de 20% e os créditos reais da operação, uma decisão que a maioria tomou uma vez e nunca mais recalculou.

Na decisão

Números que chegam tarde demais para servir de decisão

Você fecha frete todo dia, mas recebe o resultado do mês semanas depois do mês ter acabado. Sem a margem real por rota e sem saber se o regime atual ainda é o mais barato, a decisão vira palpite. E regime errado você carrega pelo ano inteiro.

Diagnóstico Tributário


Preencha o formulário e fale com um especialista

São quatro campos, o suficiente para entrarmos em contato. O diagnóstico acontece em uma conversa: um contador que atende transportadoras entende a sua operação, analisa os números e aponta onde há imposto pago a mais.

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O que fazemos


Serviços

Contabilidade construída para a rotina de quem transporta carga, do CT-e ao fechamento do mês.

Gestão Contábil Recorrente

Acompanhamento mensal real, não só entrega de guias. Você tem clareza sobre o que acontece financeiramente na sua transportadora.

Obrigações Fiscais do Transporte

Escrituração de CT-e e MDF-e e apuração do ICMS das prestações, inclusive nas operações entre estados, dentro do prazo e sem retrabalho.

Revisão do Crédito de ICMS

Comparamos o crédito presumido de 20% com o aproveitamento dos créditos reais da operação para apontar qual caminho sai mais barato para a sua frota.

Créditos de PIS/Cofins sobre a Frota

Para transportadoras no Lucro Real, levantamos os gastos que geram crédito, como combustível, pneus, peças e manutenção, e organizamos a documentação que sustenta o aproveitamento.

Recuperação Tributária

Se sua transportadora pagou tributos a maior nos últimos anos, é possível reaver esse valor de forma legal. A G V de Araujo conduz todo o processo.

Planejamento Tributário

Analisamos se o regime atual faz sentido para a sua operação. Muitas transportadoras pagam mais do que deveriam e nem sabem disso.

O escritório


Contabilidade à altura de quem roda

A G V de Araujo Contabilidade Empresarial atende empresas que cresceram além do que uma contabilidade genérica consegue acompanhar. Sob a responsabilidade de Glauber Vitor de Araujo, o escritório estruturou uma equipe para a parte técnica que o transporte rodoviário de cargas exige, com um responsável direto em cada etapa, da recepção do caso ao fechamento contábil.

A ideia nunca foi só entregar guia e balanço no prazo. É usar a informação contábil para melhorar a gestão de quem está do outro lado: mostrar onde o imposto pesa mais do que deveria, o que a margem real de cada rota está dizendo e quais decisões os números já permitem tomar.

Dúvidas frequentes


Perguntas de quem tem transportadora

Crédito presumido de 20% de ICMS ou créditos reais: qual compensa?

Depende do quanto a sua frota consome. Quem opta pelo presumido abre mão de todos os outros créditos. Com gasto alto de diesel, pneu e peça, os créditos reais costumam superar os 20%. A comparação precisa ser feita com os seus números.

Transportadora no Lucro Real pode tomar crédito de PIS/Cofins sobre combustível e manutenção?

Em regra, sim, quando o gasto é insumo da prestação do serviço. O que define o aproveitamento é a documentação: nota classificada corretamente e vinculada ao veículo em operação.

Minha transportadora fatura mais de R$ 2 milhões por ano. Preciso sair do Simples?

Não necessariamente. O limite do Simples é R$ 4,8 milhões por ano. Mas no transporte o peso dos créditos costuma mudar a conta antes disso, então vale comparar.

Posso mudar de regime tributário no meio do ano?

Não. A opção vale para o ano inteiro e se formaliza no pagamento da primeira guia de IRPJ. Por isso o planejamento precisa ser feito antes do exercício começar.

Preciso me desvincular do meu contador atual?

Sim, a troca é formalizada, mas essa parte fica por nossa conta. Você só autoriza a mudança.

A reforma tributária muda alguma coisa para transportadoras?

Muda, e já começou. Em 2026 CBS e IBS já são destacados nos documentos fiscais, o CT-e incluído. Como o novo modelo é não cumulativo, operações com volume alto de insumos tendem a ganhar peso na apuração de créditos.

Contratar transportador autônomo muda a contabilidade?

Muda. Envolve registro próprio, pagamento eletrônico do frete e retenções específicas do setor, além das contribuições ao SEST e ao SENAT. Contabilidade generalista trata como prestação de serviço comum e gera inconsistência.

Contabilidade Empresarial especializada em Lucro Real e Lucro Presumido.

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